{"id": "5503", "name": "Novo Aripuanã/AM", "value": "0,16", "nextlevel": [{"id": 3, "pessimist": 1, "title": "Índice de vulnerabilidade", "simple_description": "Grau de suscetibilidade de um sistema socioecológico aos efeitos das mudanças climáticas, especificamente aquelas que afetam os recursos hídricos.", "complete_description": "Grau de suscetibilidade a danos, com potencial para mudança ou transformação do sistema socioecológico, quando confrontado com uma ameaça. A vulnerabilidade está associada às situações de sensibilidade e capacidade adaptativa do sistema socioecológico às alterações climáticas, como o deficit de precipitação que provoca escassez hídrica no sistema hidrológico, afetando a disponibilidade e a oferta hídrica. Assim, o Índice de Vulnerabilidade é resultante da composição dos índices de Sensibilidade e Capacidade Adaptativa.<br><br>Fontes:<br>GALLOPÍN, G. C.. Linkages between vulnerability, resilience, and adaptive capacity. Global Environmental Change, v. 16, p. 293-303, 2006.<br>INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,40", "valuecolor": "#FFCD00", "rangelabel": "Médio"}, {"id": 4, "pessimist": 1, "title": "Índice de exposição", "simple_description": "Magnitude do contato entre o sistema socioecológico e a ameaça climática relacionada à escassez hídrica sobre os elementos de superfície.", "complete_description": "Grau, duração e/ou extensão em que o sistema socioecológico está sujeito à ameaça climática relacionada à escassez hídrica, considerando a distribuição dos elementos de superfície local (como a população e os usuários dos recursos hídricos). A exposição a uma ameaça particular pode ser determinada independentemente da vulnerabilidade. O Índice de Exposição é resultante da composição dos indicadores temáticos: população exposta e os usuários dos recursos hídricos expostos.<br><br>Fontes:<br>ADGER, W. N.. Vulnerability. Global Environmental Change, v. 16, n. 3, p. 268-281, ago. 2006.<br>GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003.<br>INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp.<br>KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E.; TURNER II., B. L., SCHILLER, A., HSIEL, W. H.. Vulnerability to global environmental change. In: KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E. (Eds.), Social Contours of Risk, vol. II. Earthscan, London, 2005. p. 245-285. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,10", "valuecolor": "#02C650", "rangelabel": "Muito baixo"}, {"id": 5, "pessimist": 1, "title": "Índice de ameaça climática", "simple_description": "Variações na disponibilidade de água em função da escassez hídrica, resultante da interação entre o sistema hidrológico e a variabilidade climática.", "complete_description": "O sistema socioecológico é um dos componentes do sistema terrestre expostos às ameaças climáticas, como a seca e a escassez hídrica. Por convenção, o termo ameaça climática no AdaptaBrasil-MCTI será utilizado para denotar fatores externos (especificamente climáticos) que interagem com o sistema socioecológico analisado e que possuem capacidade de impactar de forma significativa o sistema, seja de forma lenta ou repentina. O índice de ameaça climática de escassez hídrica para os recursos hídricos é resultante da modelagem hidrológica baseada nos métodos de estimativas de elasticidade climática e na hipótese de Budyko (1974) e posteriormente derivado pela equação de Fu et al. (2007). Por meio deste método, estimam-se as mudanças percentuais da vazão média (m³/s) de longo termo (Qmlt) de uma bacia hidrográfica devido às mudanças na precipitação (P) e evapotranspiração potencial (E), correspondendo à oferta hídrica de uma bacia baseada no balanço hídrico. O índice de ameaça climática de escassez hídrica no presente corresponde ao valor da vazão Qmlt, em cada bacia hidrográfica (ottobacias), e o índice de ameaça futura corresponde ao valor de mudança percentual (%) da vazão Qmlt nos cenários de mudança climática representado por fatiamentos de redução da vazão no futuro. Para o cálculo do índice foram consideradas as variações climáticas baseadas em um intervalo climático (1980 a 2014 para o período de referência (histórico); 2015 a 2040 para 2030; 2041 a 2070 para 2050) e a agregação (ensemble) de cinco modelos (GFDL-ESM4, INM-CM5, MPI-ESM1-2-HR, MRI-ESM2-0, NorESM2-MM) selecionados para a modelagem hidrológica derivados do conjunto de dados NASA Earth Exchange Global Daily Downscaled Projections (NEX-GDDP-CMIP6). Os cálculos da modelagem hidrológica para representação da vazão foram realizados ao nível de ottobacias, depois, aplicou-se a metodologia de transformação para o nível municipal, considerando a representatividade relativa da demanda hídrica nas ottobacias de cada município. Os dados da modelagem hidrológica foram obtidos do estudo Impacto da Mudança Climática nos Recursos Hídricos do Brasil, produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) em 2024. <br><br>Fontes:<br>GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003.<br>BUDYKO, M. I. “Climate and life”. Academic Press, Nova Iorque. 1974. <br> FU; GUOBIN; CHARLES, S. P.; CHIEW, F. H. S. “A two-parameter climate elasticity of streamflow index to assess climate change effects on annual streamflow.” In: Water Resources Research, 43 (11) (November 24): 1–12. 2007. <br> INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,10", "valuecolor": "#02C650", "rangelabel": "Muito baixo"}], "lastlevel": [{"id": 47, "pessimist": 1, "title": "Usuários do abastecimento humano rural expostos", "simple_description": "Usuários da demanda hídrica para abastecimento humano rural expostos.", "complete_description": "Indicador que representa a presença do usuário rural exposto no município, considerando o tema de usuários expostos. O indicador corresponde a um índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico para abastecimento humano rural calculado a partir de duas variáveis: (A) Razão da vazão de consumo (m³/s) rural em relação à demanda hídrica total no município; (B) Normalização da vazão de consumo do abastecimento humano rural no Brasil, utilizando a técnica de normalização pelos valores máximos e mínimos nacionais. O indicador é expresso pela combinação de A*B, que corresponde ao índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico rural, ponderado tanto pelas demandas locais quanto nacionais. Municípios com valores vazios significam que não há presença deste usuário no município. O dado de vazão de consumo foi obtido do produto Usos Consuntivos do Brasil, produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA), considerando o intervalo médio de 2010-2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "26,4"}, {"id": 51, "pessimist": 1, "title": "Usuários do abastecimento animal expostos", "simple_description": "Usuários da demanda hídrica do abastecimento animal expostos.", "complete_description": "Indicador que representa a presença do usuário do abastecimento animal exposto no município, considerando o tema de usuários expostos. O indicador corresponde a um índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico do abastecimento animal calculado a partir de duas variáveis: (A) Razão da vazão de consumo (m³/s) do abastecimento animal em relação à demanda hídrica total no município; (B) Normalização da vazão de consumo do uso do abastecimento animal no Brasil, utilizando a técnica de normalização pelos valores máximos e mínimos nacionais. O indicador é expresso pela combinação de A*B, que corresponde ao índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico do abastecimento animal, ponderado tanto pelas demandas locais quanto nacionais. Municípios com valores vazios significam que não há presença deste usuário no município. O dado de vazão de consumo foi obtido do produto Usos Consuntivos do Brasil, produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA), considerando o intervalo médio de 2010-2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "11,6"}, {"id": 40, "pessimist": 0, "title": "Potencial de armazenamento subterrâneo do município", "simple_description": "Potencial de armazenamento de água subterrâneo expresso pela classificação do coeficiente de infiltração e pelos tipos de aquíferos.", "complete_description": "Indicador de capacidade adaptativa que compõe o temático de resiliência hídrica e representa uma análise do potencial de reservação de águas subterrâneas nos aquíferos do país, estimado com base no coeficiente de infiltração (CI), o qual é representado por um valor médio em cada aquífero, e indica um potencial de acesso aos recursos hídricos em situações de indisponibilidade hídrica. O indicador corresponde à combinação dos tipos de aquíferos e sistemas aquíferos classificados em três domínios: (i) Poroso; (ii) Fraturado; e (iii) Cársico; e aos critérios determinados pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) de classificação do Coeficiente de Infiltração (CI). Desta forma, foi estabelecido um grau de segurança 1 para aquíferos pouco produtivos e com CI abaixo de 1%, escalonando até adotar o grau 5 para os aquíferos muito produtivos e com CI maior ou igual a 15%. Posteriormente, aplicou-se a extração do valor médio da classe de ISH para representação municipal. O dado de potencial de armazenamento subterrâneo foi obtido do Índice de Segurança Hídrica (ISH) produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) em 2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "7,7"}, {"id": 20, "pessimist": 1, "title": "Ineficiência na distribuição da água", "simple_description": "Grau de ineficiência da distribuição de água por rede geral no município.", "complete_description": "Grau de ineficiência da distribuição de água por rede geral considerando a temática de sensibilidade de segurança do abastecimento humano. O indicador foi calculado a partir do dado de eficiência da distribuição de água (E). Inicialmente, as classes categóricas de eficiência (Mínima, Baixa, Média, Alta e Máxima) foram convertidas em uma escala de valores numéricos (1, 2, 3, 4 e 5), seguido da inversão de sentido (1 - E) para medir a ineficiência em relação à sensibilidade do sistema socioecológico diante de uma situação de escassez hídrica ou indisponibilidade hídrica. O dado de eficiência na distribuição de água considera em sua avaliação o deficit de reservação de água tratada e da cobertura de rede e ligações para atendimento pleno da população urbana, ou seja, o volume de água disponível com qualidade para o consumo humano na rede distribuidora até a “porta” para  100% da população urbana. Os deficits foram estimados através da população não atendida com redes e ligações, representada pela diferença entre população urbana residente do município e população urbana atendida pelo serviço, utilizando-se dados disponíveis no Sistema Nacional de Informações do Saneamento (SNIS), coordenado pelo MDR, e na Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) do IBGE. Além da cobertura do atendimento com rede de distribuição, a qualidade da prestação dos serviços foi avaliada por meio do desempenho técnico da infraestrutura, segundo classes estabelecidas pela International Water Association (IWA) para gerenciamento de perdas. Essa classificação é resultado da composição de diversos indicadores, parâmetros e informações que permite estabelecer uma comparação de desempenho mais homogênea entre sistemas de distribuição de características bastante distintas. Os dados sobre eficiência da distribuição de água são oriundos do Atlas Água, produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) para o ano de 2021.  <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "7,2"}, {"id": 27, "pessimist": 1, "title": "Áreas do município com solos susceptíveis à erosão", "simple_description": "Proporção de áreas com solos susceptíveis à erosão no município.", "complete_description": "Áreas com solos mais susceptíveis à erosão podem impactar negativamente os recursos hídricos, pois são mais sensíveis ao assoreamento de rios, ao aumento de turbidez da água devido a maior concentração de sedimentos, redução da capacidade de infiltração de água no solo que, por sua vez, afeta a recarga hídrica, além da contaminação da água que impacta tanto a qualidade quanto a quantidade de água disponível. Este indicador de sensibilidade compõe o temático de pressão antrópica e qualidade ambiental e representa a proporção de áreas no município com solos susceptíveis à erosão. Áreas com solos susceptíveis à erosão podem comprometer não apenas a qualidade ambiental dos recursos hídricos, mas também afetar as atividades produtivas e o abastecimento humano no município. O indicador é composto pelas variáveis: (A) dado de erodibilidade dos solos e (B) área do município.  Primeiramente, realizou-se a adequação de legenda do mapa de erodibilidade dos solos, selecionando as classes: Muito Baixo, Baixo, Médio, Alta e Muito Alta, como proxy da susceptibilidade dos solos à erosão. Em seguida, a proporção de área (km²) das classes selecionadas foi calculada em cada município. O cálculo do indicador foi realizado a partir da operação matemática de proporção de áreas das classes de susceptibilidade à erosão em cada município expresso pela equação A/B. O dado de erodibilidade dos solos deriva do Mapa de Erodibilidade dos Solos à Erosão Hídrica do Brasil (Primeira aproximação) disponibilizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Solos) para 2020, e o dado de área total do município é disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "4,7"}, {"id": 24, "pessimist": 1, "title": "Ocorrência de doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado", "simple_description": "Percentual de ocorrência das doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado.", "complete_description": "A veiculação de doenças em corpos hídricos devido ao comprometimento da qualidade ambiental é um fator de sensibilidade fundamental para a temática de efeitos sobre a saúde humana. O indicador corresponde ao percentual de ocorrência das doenças que são relacionadas ao saneamento ambiental inadequado: Difteria, Cólera, Febre Tifóide, Hepatite A, Dengue, Febre Amarela, Leishmaniose Tegumentar, Leishmaniose Visceral, Malária, Doença de Chagas, Esquistossomose, Leptospirose, Peste e Hantavirose no município. O percentual de ocorrência das doenças foi obtido pela razão entre a soma dos casos confirmados notificados das doenças acima citadas e a média da população residente ou estimada. Os casos notificados destas doenças foram obtidos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação, disponibilizados em Portal da Saúde pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil (DATASUS) para o período de 2014 a 2019. A população residente estimada foi obtida das Estimativas de População, disponibilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o mesmo período.<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "4,3"}, {"id": 38, "pessimist": 0, "title": "Capacidade de reservação natural de água das bacias do município", "simple_description": "Capacidade de reservação natural de água das bacias do município expressa pela relação Q95/QMLT.", "complete_description": "Indicador de capacidade adaptativa que compõe o temático de resiliência hídrica e representa os locais onde as vazões de referência Q95% estão próximas aos valores das vazões médias de longo termo QMLT, correspondendo a regiões onde estão situados aquíferos com recargas importantes, garantindo resiliência hídrica a estas regiões e, portanto, maior capacidade de acesso à água no território em situação de secas prolongadas e indisponibilidade hídrica. O indicador corresponde à razão entre a Q95% e QMLT que está associado diretamente ao armazenamento natural de água nas bacias hidrográficas. Este indicador reflete, de modo indireto, as garantias da vazão de base por recarga de águas subterrâneas de uma dada região. Assim, em locais onde a razão possui maiores valores, identifica-se uma capacidade superior de regularização natural das vazões por longos períodos, fator este que reduz a vulnerabilidade à escassez hídrica da região. Estas vazões são obtidas da base de disponibilidade hídrica da ANA ao nível de ottobacia e, em seguida, são classificadas em quantis para identificação de um grau de segurança hídrica da ottobacia. Posteriormente, aplicou-se a extração do valor médio da classe de ISH para representação municipal. O dado de reservação natural foi obtido do Índice de Segurança Hídrica (ISH) produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) em 2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "4,1"}, {"id": 41, "pessimist": 0, "title": "Percentual do valor agregado bruto industrial na economia do município", "simple_description": "Percentual do valor agregado bruto industrial na economia do município.", "complete_description": "Indicador de capacidade adaptativa que compõe o temático de capacidade socioeconômica das atividades produtivas e representa a relevância do setor na economia do município e a necessidade de priorização do município em alocar recursos visando à adaptação das atividades industriais, portanto, quanto maior a movimentação de recursos financeiros desta atividade econômica no município maior é capacidade de investimento em medidas adaptativas no setor. O indicador é calculado a partir da razão entre o valor médio do valor agregado bruto industrial (VAB) e o valor médio do Produto Interno Bruto (PIB) total no município. Os dados relativos ao VAB e ao PIB são oriundos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o período de 2010 a 2021. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "4,1"}, {"id": 35, "pessimist": 0, "title": "Investimento federal per capita em políticas de adaptação e infraestrutura para proteção ambiental", "simple_description": "Valor per capita das transferências governamentais destinadas à proteção ambiental em políticas de adaptação e infraestrutura.", "complete_description": "Valor per capita das transferências governamentais destinadas à proteção ambiental em políticas de adaptação e infraestrutura, considerando a temática de capacidade adaptativa de planejamento e políticas para recursos hídricos. O repasse de verba federal é um mecanismo importante de investimento do setor público em políticas e ações adaptativas que fortalecem as capacidades institucionais municipais para lidar com situações de seca e indisponibilidade hídrica. Para composição deste indicador foram considerados todos os tipos de transferências (legais, voluntárias e específicas, além das transferências constitucionais e royalties) realizadas para a administração pública municipal e para o fundo público (denominados como favorecidos), nas áreas de atuação (função): agricultura, educação, gestão ambiental, habitação, organização agrária, reserva de contingência, saneamento, saúde e urbanismo. O indicador foi obtido a partir da razão entre o total dos recursos financeiros repassados aos favorecidos nas funções especificadas acima e a população total. Dados ao nível municipal foram obtidos em Detalhamento das transferências de recursos disponibilizados pelo Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU), para o período entre 2015 e 2017 e na Estimativas da População disponibilizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o mesmo período.<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "4,0"}, {"id": 44, "pessimist": 0, "title": "Domicílios com renda per capita superior a dois salários mínimos", "simple_description": "Domicílios com renda familiar superior a dois salários mínimos, que asseguram poder mínimo de compra em emergências devido às adversidades climáticas.", "complete_description": "Percentual de domicílios no município que não estão em situação de vulnerabilidade econômica (classe de renda \"E\"), considerando a temática de capacidade adaptativa relacionada à capacidade socioeconômica familiar. A renda é um dos principais mecanismos das pessoas para lidar com as mudanças climáticas, pois quanto maior a renda, maior é o poder de compra em emergências, o que eleva a capacidade de resposta e adaptação às adversidades climáticas. O indicador é resultante da razão entre o número de domicílios particulares permanentes com rendimento nominal mensal domiciliar per capita superior a 2 salários mínimos e o total de domicílios particulares permanentes. As informações foram obtidas no Censo Demográfico disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2010.<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "3,9"}, {"id": 49, "pessimist": 1, "title": "Usuários da mineração expostos", "simple_description": "Usuários da demanda hídrica da mineração expostos.", "complete_description": "Indicador que representa a presença do usuário da mineração exposto no município, considerando o tema de usuários expostos. O indicador corresponde a um índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico da mineração calculado a partir de duas variáveis: (A) Razão da vazão de consumo (m³/s) da mineração em relação à demanda hídrica total no município; (B) Normalização da vazão de consumo do uso da mineração no Brasil, utilizando a técnica de normalização pelos valores máximos e mínimos nacionais. O indicador é expresso pela combinação de A*B, que corresponde ao índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico da mineração, ponderado tanto pelas demandas locais quanto nacionais. Municípios com valores vazios significam que não há presença deste usuário no município. O dado de vazão de consumo foi obtido do produto Usos Consuntivos do Brasil, produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA), considerando o intervalo médio de 2010-2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "3,3"}, {"id": 46, "pessimist": 1, "title": "Usuários do abastecimento humano urbano expostos", "simple_description": "Usuários da demanda hídrica para abastecimento humano urbano expostos.", "complete_description": "Indicador que representa a presença do usuário urbano exposto no município, considerando o tema de usuários expostos. O indicador corresponde a um índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico para abastecimento urbano calculado a partir de duas variáveis: (A) Razão da vazão de consumo (m³/s) urbano em relação à demanda hídrica total no município; (B) Normalização da vazão de consumo do abastecimento humano urbano no Brasil, utilizando a técnica de normalização pelos valores máximos e mínimos nacionais. O indicador é expresso pela combinação de A*B, que corresponde ao índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico urbano, ponderado tanto pelas demandas locais quanto nacionais. Municípios com valores vazios significam que não há presença deste usuário no município. O dado de vazão de consumo foi obtido do produto Usos Consuntivos do Brasil, produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA), considerando o intervalo médio de 2010-2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "3,2"}, {"id": 36, "pessimist": 0, "title": "Adesão ao programa cidades resilientes", "simple_description": "Municípios que aderiram ao programa cidades resilientes.", "complete_description": "Indicador de capacidade adaptativa de planejamento e políticas para recursos hídricos que representa o grau de engajamento do município nas temáticas de resiliência e gestão de risco visando a adaptação. Cidades resilientes são cidades ou áreas urbanas que seguem parâmetros internacionalmente estabelecidos, relacionados principalmente às mudanças climáticas e ao risco; governos e população integrados aos problemas da cidade. A participação do município no programa mostra o seu compromisso em edificar a sua resiliência por meio da definição de ações e prioridades na área de gestão do risco de desastres em sua localidade. Considerando a temática de capacidade adaptativa de planejamento e gestão de risco para recursos hídricos, o indicador é proveniente da ponderação atribuída segundo a adesão (0,50) ou não (0,30) ao programa. A informação sobre a adesão ou não ao programa foi obtida através da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC) para o período de 2014 a 2016.<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas – AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "3,1"}, {"id": 19, "pessimist": 1, "title": "Ineficiência na produção da água", "simple_description": "Grau de ineficiência da produção de água para abastecimento humano no município.", "complete_description": "Grau de ineficiência da produção de água para abastecimento humano considerando a temática de sensibilidade de segurança do abastecimento humano. O indicador foi calculado a partir do dado de eficiência da produção de água (E), sendo convertidas as classes de eficiência (Mínima, Baixa, Média, Alta e Máxima) em uma escala de valores numéricos (1, 2, 3, 4 e 5), seguido da inversão de sentido (1 - E) para medir a ineficiência em relação à sensibilidade do sistema socioecológico diante de uma situação de escassez hídrica ou indisponibilidade hídrica. O dado de eficiência na produção de água considera em sua avaliação a vulnerabilidade quantitativa dos mananciais e a situação do sistema produtor. A classificação dos mananciais em termos de eficiência na produção foi realizada a partir de três avaliações sucessivas e complementares de vulnerabilidade: a) a classificação municipal do Índice de Segurança Hídrica para a Dimensão de Resiliência (ISH-S); b) o grau de atendimento à demanda (ou relação oferta x demanda); e c) o porte do manancial. Já a classificação dos sistemas produtores corresponde a necessidade de adequação ou de ampliação da infraestrutura existente – a ampliação indica vulnerabilidade em uma ou mais unidades do sistema (estruturas de captação, adutoras, estações elevatórias e estações de tratamentos). Em municípios com mais de um manancial, a classificação representa  uma média de seus mananciais, ponderada pela participação de cada manancial no atendimento da demanda total. O dado sobre eficiência da produção de água é oriundo do Atlas Água produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) para o ano de 2021. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "3,1"}, {"id": 22, "pessimist": 1, "title": "Balanço hídrico comprometido pela agropecuária", "simple_description": "Grau de comprometimento do balanço hídrico pela agropecuária no município.", "complete_description": "O balanço hídrico de uma bacia comprometido por uma atividade econômica, como a agropecuária, revela o grau em que um sistema socioecológico pode ser potencialmente afetado adversamente pela indisponibilidade hídrica. O balanço hídrico corresponde à relação entre a oferta de água superficial e a demanda por essa água em diversas atividades humanas. A demanda corresponde ao somatório das estimativas de vazão de retirada para os diversos usos consuntivos setoriais, associadas ao seu local de utilização e sem distinção entre usos superficiais e subterrâneos. A oferta, por sua vez, corresponde a uma vazão de alta garantia, definida como disponibilidade hídrica, e agrega a vazão Q95 e o acréscimo de garantia oferecido pelos reservatórios, de acordo com seu modo de operação. O indicador de sensibilidade na temática de balanço hídrico das atividades econômicas é calculado a partir do balanço hídrico total em cada ottobacia do município ponderado posteriormente pelo valor agregado bruto (VAB) da agropecuária no Produto Interno Bruto (PIB) do município, construindo assim um proxy da relação entre o comprometimento do balanço hídrico do município e a atividade agropecuária. Para a combinação destas informações, utilizou-se uma matriz de correspondência, realizando uma classificação de criticidade das ottobacias, conforme utilizado pela ANA na avaliação de comprometimento hídrico do balanço hídrico, e faixas de relevância nacional da atividade agropecuária no município. Para o cálculo do indicador, realiza-se a classificação do balanço hídrico comprometido em cada ottobacia, aplicando-se, em seguida, a metodologia de transformação para representação unitária da informação ao nível municipal, considerando a demanda hídrica relativa nas ottobacias de cada município. Depois, a matriz de correspondência é calculada ao nível municipal. O dado de balanço hídrico foi obtido do Balanço Hídrico Quantitativo produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) em 2017 e VAB agropecuário do PIB municipal é oriundo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o período de 2010-2021. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "2,6"}, {"id": 23, "pessimist": 1, "title": "Balanço hídrico comprometido pela indústria", "simple_description": "Grau de comprometimento do balanço hídrico pela indústria no município.", "complete_description": "O balanço hídrico de uma bacia comprometido por uma atividade econômica, como a indústria, revela o grau em que um sistema socioecológico pode ser potencialmente afetado adversamente pela indisponibilidade hídrica. O balanço hídrico corresponde à relação entre a oferta de água superficial e a demanda por essa água em diversas atividades humanas. A demanda corresponde ao somatório das estimativas de vazão de retirada para os diversos usos consuntivos setoriais, associadas ao seu local de utilização e sem distinção entre usos superficiais e subterrâneos. A oferta, por sua vez, corresponde a uma vazão de alta garantia, definida como disponibilidade hídrica, e agrega a vazão Q95 e o acréscimo de garantia oferecido pelos reservatórios, de acordo com seu modo de operação. O indicador de sensibilidade na temática de balanço hídrico das atividades econômicas é calculado a partir do balanço hídrico total em cada ottobacia do município ponderado posteriormente pelo valor agregado bruto (VAB) da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) do município, construindo assim um proxy da relação entre o comprometimento do balanço hídrico do município e a atividade industrial. Para a combinação destas informações, utilizou-se uma matriz de correspondência, realizando uma classificação de criticidade das ottobacias, conforme utilizado pela ANA na avaliação de comprometimento hídrico do balanço hídrico, e faixas de relevância nacional da atividade industrial no município. Para o cálculo do indicador, realiza-se a classificação do balanço hídrico comprometido em cada ottobacia, aplicando-se, em seguida, a metodologia de transformação para representação unitária da informação ao nível municipal, considerando a demanda hídrica relativa nas ottobacias de cada município. Depois, a matriz de correspondência é calculada ao nível municipal. O dado de balanço hídrico foi obtido do Balanço Hídrico Quantitativo produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) em 2017 e VAB industrial do PIB municipal é oriundo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o período de 2010-2021. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "2,6"}, {"id": 33, "pessimist": 0, "title": "Alternativas ao abastecimento de água", "simple_description": "Fontes alternativas de abastecimento humano para a segurança hídrica mínima da população em situações de seca.", "complete_description": "A existência de fontes alternativas à rede geral de distribuição de água em situações de escassez hídrica é fundamental para a promoção da resiliência hídrica municipal, principalmente nas regiões com histórico de impactos relacionados à seca. O indicador avalia as alternativas ao abastecimento de água vinculadas com políticas públicas ou com capacidade socioeconômica particular, ou coletiva, considerando a temática de capacidade de planejamento e políticas para recursos hídricos. Este indicador é composto pela razão entre duas componentes: (A) soma entre a quantidade de domicílios com poços ou nascentes fora da propriedade e os domicílios com água armazenada em cisterna (não excludentes entre si); e (B) quantidade de domicílios sem rede geral de abastecimento de água. Os dados citados são oriundos do Censo Demográfico, disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2010 e estão disponíveis ao nível municipal.<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "1,3"}, {"id": 42, "pessimist": 0, "title": "Percentual do valor agregado bruto agropecuário na economia do município", "simple_description": "Percentual do valor agregado bruto agropecuário na economia do município.", "complete_description": "Indicador de capacidade adaptativa que compõe o temático de capacidade socioeconômica das atividades produtivas e representa a relevância do setor na economia do município e a necessidade de priorização do município em alocar recursos visando à adaptação das atividades agropecuárias, portanto, quanto maior a movimentação de recursos financeiros desta atividade econômica no município maior é capacidade de investimento em medidas adaptativas no setor. O indicador é calculado a partir da razão entre o valor médio do valor agregado bruto agropecuário (VAB) e o valor médio do produto interno bruto (PIB) total no município. Os dados relativos ao VAB e ao PIB são oriundos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o período de 2010 a 2021. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "1,3"}, {"id": 5, "pessimist": 1, "title": "Índice de ameaça climática", "simple_description": "Variações na disponibilidade de água em função da escassez hídrica, resultante da interação entre o sistema hidrológico e a variabilidade climática.", "complete_description": "O sistema socioecológico é um dos componentes do sistema terrestre expostos às ameaças climáticas, como a seca e a escassez hídrica. Por convenção, o termo ameaça climática no AdaptaBrasil-MCTI será utilizado para denotar fatores externos (especificamente climáticos) que interagem com o sistema socioecológico analisado e que possuem capacidade de impactar de forma significativa o sistema, seja de forma lenta ou repentina. O índice de ameaça climática de escassez hídrica para os recursos hídricos é resultante da modelagem hidrológica baseada nos métodos de estimativas de elasticidade climática e na hipótese de Budyko (1974) e posteriormente derivado pela equação de Fu et al. (2007). Por meio deste método, estimam-se as mudanças percentuais da vazão média (m³/s) de longo termo (Qmlt) de uma bacia hidrográfica devido às mudanças na precipitação (P) e evapotranspiração potencial (E), correspondendo à oferta hídrica de uma bacia baseada no balanço hídrico. O índice de ameaça climática de escassez hídrica no presente corresponde ao valor da vazão Qmlt, em cada bacia hidrográfica (ottobacias), e o índice de ameaça futura corresponde ao valor de mudança percentual (%) da vazão Qmlt nos cenários de mudança climática representado por fatiamentos de redução da vazão no futuro. Para o cálculo do índice foram consideradas as variações climáticas baseadas em um intervalo climático (1980 a 2014 para o período de referência (histórico); 2015 a 2040 para 2030; 2041 a 2070 para 2050) e a agregação (ensemble) de cinco modelos (GFDL-ESM4, INM-CM5, MPI-ESM1-2-HR, MRI-ESM2-0, NorESM2-MM) selecionados para a modelagem hidrológica derivados do conjunto de dados NASA Earth Exchange Global Daily Downscaled Projections (NEX-GDDP-CMIP6). Os cálculos da modelagem hidrológica para representação da vazão foram realizados ao nível de ottobacias, depois, aplicou-se a metodologia de transformação para o nível municipal, considerando a representatividade relativa da demanda hídrica nas ottobacias de cada município. Os dados da modelagem hidrológica foram obtidos do estudo Impacto da Mudança Climática nos Recursos Hídricos do Brasil, produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) em 2024. <br><br>Fontes:<br>GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003.<br>BUDYKO, M. I. “Climate and life”. Academic Press, Nova Iorque. 1974. <br> FU; GUOBIN; CHARLES, S. P.; CHIEW, F. H. S. “A two-parameter climate elasticity of streamflow index to assess climate change effects on annual streamflow.” In: Water Resources Research, 43 (11) (November 24): 1–12. 2007. <br> INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,5"}, {"id": 21, "pessimist": 1, "title": "Consumo médio per capita de água", "simple_description": "Demanda de água para consumo direto da população que pode ser afetada em situações de escassez hídrica.", "complete_description": "Consumo médio diário de água per capita no município considerando a temática de sensibilidade de segurança do abastecimento humano. Indicador obtido por meio da média do indicador de consumo per capita de água (IN022) no período entre 2018 e 2022 para cada município. Municípios com valores vazios significam que não foram coletadas informações sobre o município em questão no período disponibilizado do dado. Dados obtidos no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) - Série Histórica, do Ministério das Cidades, na seção Informações e Indicadores Municipais Consolidados para o período de 2018 a 2022.<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,4"}, {"id": 39, "pessimist": 0, "title": "Capacidade de reservação artificial de água das bacias do município", "simple_description": "Capacidade de reservação artificial de água das bacias do município expressa pelo volume potencial dos reservatórios artificiais e seu entorno.", "complete_description": "Indicador de capacidade adaptativa que compõe o temático de resiliência hídrica e representa os locais onde a oferta (volume) potencial de água é fornecida pelo conjunto de reservatórios existentes no país, expresso em hm³/km², e, portanto, revela maior capacidade de armazenamento de água no território para enfrentar situações de secas prolongadas e escassez hídrica. Indicador derivado do índice de reservação artificial calculado para o centroide de cada área de contribuição hidrográfica (ottobacia), correspondendo à estimativa da propensão de determinado usuário em captar água reservada para abastecer uma região. Dessa forma, considerou-se uma disponibilidade potencial de água em um ponto como a soma de contribuições individuais de reservatórios, sendo cada contribuição diretamente proporcional ao volume reservado e inversamente proporcional à distância de cada reservatório ao ponto. Esta informação corresponde ao volume potencial que caracteriza a reservação artificial que, em seguida, foi classificado em quantis para identificação de um grau de segurança hídrica da ottobacia. Posteriormente, aplicou-se a extração do valor médio da classe de ISH para representação municipal. O dado de reservação artificial foi obtido do Índice de Segurança Hídrica (ISH) produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) em 2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,3"}, {"id": 45, "pessimist": 1, "title": "Densidade populacional", "simple_description": "Número de habitantes, por área do município, potencialmente expostos às adversidades de uma situação de escassez hídrica.", "complete_description": "Indicador de exposição na temática de população exposta, que reflete a pressão que uma população exerce sobre os recursos hídricos disponíveis. Quando a densidade populacional é alta, a demanda por água potável aumenta significativamente, principalmente para o consumo humano e realizações de atividades como a agropecuária. A demanda hídrica para atender uma alta densidade populacional exige maior quantidade de água e eficiência no abastecimento público de água, o que exerce pressão sobre os sistemas naturais de água, e que pode resultar em competição por esses recursos, sobrecarga nos sistemas de abastecimento, diminuição dos níveis de reservatórios e degradação dos ecossistemas aquáticos, impactando diretamente a qualidade da água em mananciais. Indicador obtido pela razão entre a população municipal em 2022 e a área municipal de 2022. Para otimizar a visualização dos dados, foi realizada uma conversão e compatibilização de escalas entre a distribuição por quartis e a escala empregada no AdaptaBrasil. A primeira etapa consistiu em classificar os dados brutos em quartis, permitindo uma análise mais detalhada da distribuição. Em seguida, esses quartis foram ajustados para alinhar-se à escala do AdaptaBrasil, utilizando técnicas estatísticas baseadas na metodologia do barômetro da sustentabilidade, apropriadas para garantir a integridade e a relevância dos dados. Esta compatibilização visou facilitar a interpretação dos resultados e a identificação de padrões e tendências, contribuindo para uma análise mais robusta e informativa das variáveis em estudo. Após a conversão de escalas, foi aplicada a técnica de winsorização (winsorization em inglês) para retirada de valores outliers e, em seguida, realizou-se a normalização simples dos dados. Os dados derivam dos catálogos do Censo Demográfico 2022 e Áreas territoriais, ambos disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,2"}, {"id": 26, "pessimist": 1, "title": "Acumulado de áreas degradadas, desmatadas e/ou em processo de desertificação no município", "simple_description": "Proporção acumulada de áreas de pastagens degradadas, vegetação desmatada e em processo de desertificação no município.", "complete_description": "Indicador de representação da proporção acumulada de áreas degradadas, ou desmatadas, ou em processo de desertificação, considerando a temática de sensibilidade de pressão antrópica e qualidade ambiental. Indicador que expressa a sensibilidade dos recursos hídricos em termos de mudança no padrão hidrológico de longo prazo em função da pressão acumulada histórica de degradação de uma área próxima ao corpo hídrico. O indicador resultante do cálculo de proporção acumulada de áreas degradadas no município a partir das seguintes variáveis: (A) áreas de pastagens degradadas, (B) áreas de desertificação, (C) desmatamento acumulado, (D) área do município. O primeiro processamento consiste na adequação de legenda e seleção das informações de interesse no dado original de qualidade das pastagens para compor o dado (A) áreas de pastagens degradadas, sendo aglutinadas as classes: levemente degradada, moderadamente degradada e severamente degradada. A adequação de legenda também foi realizada para a variável (B), filtrando as áreas com trajetória de desertificação \"Alta\" ou \"Muito Alta\". Em seguida, foram calculadas as proporções de áreas degradadas no município (A/D) e a proporção de áreas em processo de desertificação no município (B/D). Depois, calculou-se a variável (C) desmatamento acumulado, a partir da proporção de área no município com áreas desmatadas acumuladas no período de 2000 a 2023 do PRODES (C/D). O cálculo final deste indicador se dá pela soma das proporções e é expresso pela equação: (A+B+C / D). O dado de pastagens degradadas foi obtido do Atlas das Pastagens Brasileiras produzido pelo Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento da Universidade Federal de Goiás (LAPIG/UFG) para o período de 2011 a 2016; o dado de áreas em processo de desertificação foi obtido do trabalho de Bezerra et al. (2020) gerado para o ano de 2016; o dado de áreas desmatadas é proveniente do Programa de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (PRODES) produzido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para o período de 2000 a 2023; e o dado de área total do município é disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2020. <br><br>Fonte:<br> F.G.S. Bezerra, A.P.D. Aguiar, R.C.S. Alvalá, A. Giarolla, K.R.A. Bezerra, P.V.P.S. Lima, F.R. do Nascimento, E. Arai, Analysis of areas undergoing desertification, using EVI2 multi-temporal data based on MODIS imagery as indicator, Ecological Indicators, Volume 117, 2020. https://doi.org/10.1016/j.ecolind.2020.106579. <br> <br>  Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,2"}, {"id": 34, "pessimist": 0, "title": "Investimento federal per capita em políticas destinados aos recursos hídricos", "simple_description": "Valor per capita das transferências governamentais destinadas às políticas de recursos hídricos.", "complete_description": "Valor per capita das transferências governamentais destinadas às políticas de recursos hídricos, considerando a temática de capacidade adaptativa de planejamento e políticas para recursos hídricos. O repasse de verba federal é um mecanismo importante de investimento do setor público em políticas e ações adaptativas que fortalecem as capacidades institucionais municipais para lidar com situações de seca e indisponibilidade hídrica. Para composição deste indicador foram considerados todos os tipos de transferências federais (legais, voluntárias e específicas, além das transferências constitucionais e royalties) realizadas para a administração pública municipal, administração pública estadual, entidades sem fins lucrativos, entidades empresariais privadas, fundos públicos ou organizações internacionais (denominados como favorecidos), nas áreas de atuação (função): gestão ambiental/recursos hídricos. Os repasses federais, visão principalmente fomentar obras públicas de infraestrutura, como construção barragens, adutoras e canais, compra de equipamentos, conservação e recuperação de bacias hidrográficas, apoio aos comitês de bacias, e implementação das ações da política nacional de recursos hídricos. O indicador foi obtido a partir da soma do total dos recursos financeiros repassados aos favorecidos nas funções especificadas acima por unidade federativa (A) e o total de recursos financeiros repassados aos favorecidos municipais (B), divididos pela população total em cada município (C). Os dados foram obtidos em Detalhamento das transferências de recursos disponibilizados pelo Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU), para o período entre 2014 e 2023 e na Estimativas da População disponibilizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o mesmo período.<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,1"}, {"id": 29, "pessimist": 1, "title": "Nível de segurança das barragens e rejeitos da mineração", "simple_description": "Nível de segurança das barragens e rejeitos da mineração no município.", "complete_description": "Indicador de sensibilidade que compõe o temático de pressão antrópica e qualidade ambiental e representa a presença de barragens de rejeitos de mineração e os possíveis efeitos associados ao seu rompimento para os trechos à jusante, o que pode comprometer diretamente os recursos hídricos. Para construção do indicador utilizou-se o cadastro do Relatório de Segurança de Barragens – RSB, relativo ao ano de 2015, que conta com 17.259 barragens cadastradas. Deste total, foram selecionadas as barragens com finalidade de contenção de rejeitos, totalizando um montante de 724 (4,20%). O relatório também apresenta as informações de Categoria de Risco (relacionado às características estruturais da barragem) e Dano Potencial Associado (impacto causado por um eventual rompimento). Ainda foram consideradas as 449 barragens que compuseram o Plano Nacional de Segurança de Barragens 2016 (PNSB 2016) do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Todos os registros foram levados em conta de forma a contemplar a situação de maior risco. A partir da classificação de Risco Estrutural e Dano Potencial, definiu-se o nível de segurança hídrica, que varia apenas em classes categóricas de 1 a 3. Após este cálculo ao nível de ottobacias, aplicou-se a metodologia de transformação para nível municipal, considerando a representatividade relativa da demanda hídrica nas ottobacias de cada município. Municípios com valores vazios (sem informação) significam que os trechos de rio sem a influência de barramentos a montante no município foram considerados nulos. O dado de segurança das barragens e rejeitos da mineração foi obtido do Índice de Segurança Hídrica (ISH) produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) em 2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,0"}, {"id": 28, "pessimist": 1, "title": "Vazão ecológica para usos ecossistêmicos no município", "simple_description": "Saldo da quantidade de água (vazão ecológica) disponível para usos naturais no município.", "complete_description": "Indicador de sensibilidade que compõe o temático de pressão antrópica e qualidade ambiental e representa o saldo de vazão ecológica para usos ecossistêmicos. O indicador contempla a quantidade mínima de vazão necessária para usos naturais associados a um determinado trecho de rio, nas condições de ocorrência de vazões baixas. É utilizado o percentual remanescente da vazão natural com permanência de 95% no trecho (Q95%), após as retiradas de água para usos consuntivos. Ou seja, a partir do resultado do cálculo do balanço hídrico (oferta/demanda) que fornece o percentual de comprometimento hídrico da ottobacia, foi estabelecido o percentual de vazão remanescente dado por 100% menos o resultado do balanço hídrico. Quando o comprometimento é superior ou igual a 100%, o percentual de vazão remanescente, quando da ocorrência da Q95%, é 0 (zero). Após este cálculo ao nível de ottobacias, aplicou-se a metodologia de transformação para nível municipal, considerando a representatividade relativa da demanda hídrica nas ottobacias de cada município. Municípios com valores vazios (sem informação) significam que há trechos de rio que naturalmente possuem regime intermitente no município (onde a Q95% é zero) ou há trechos de rio que não contam com aporte de água de reservatórios, assim, não foram classificados, apresentando para esse indicador grau nulo. O dado de quantidade de água adequada para usos naturais foi obtido do Índice de Segurança Hídrica (ISH) produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) em 2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,0"}, {"id": 48, "pessimist": 1, "title": "Usuários industriais expostos", "simple_description": "Usuários da demanda hídrica industrial expostos.", "complete_description": "Indicador que representa a presença do usuário da industria de transformação exposto no município, considerando o tema de usuários expostos. O indicador corresponde a um índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico industrial calculado a partir de duas variáveis: (A) Razão da vazão de consumo (m³/s) industrial em relação à demanda hídrica total no município; (B) Normalização da vazão de consumo do uso industrial no Brasil, utilizando a técnica de normalização pelos valores máximos e mínimos nacionais. O indicador é expresso pela combinação de A*B, que corresponde ao índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico industrial, ponderado tanto pelas demandas locais quanto nacionais. Municípios com valores vazios significam que não há presença deste usuário no município. O dado de vazão de consumo foi obtido do produto Usos Consuntivos do Brasil, produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA), considerando o intervalo médio de 2010-2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,0"}, {"id": 25, "pessimist": 1, "title": "Qualidade da água comprometida para múltiplos usos", "simple_description": "Matéria orgânica lançada nos recursos hídricos utilizada como parâmetro para avaliação da qualidade da água para múltiplos usos nos municípios.", "complete_description": "A matéria orgânica lançada nos recursos hídricos é utilizada como parâmetro para avaliação da qualidade da água para múltiplos usos nos municípios. A qualidade da água comprometida dos corpos hídricos é extremamente relevante para a temática de sensibilidade de efeitos sobre a saúde humana. A contaminação dos recursos hídricos por matéria orgânica tem sua principal origem nos esgotos domésticos e nas águas residuárias de indústrias que processam matéria orgânica, como indústrias de alimentos, laticínios, matadouros, frigoríficos, cervejarias, etc. A concentração de matéria orgânica é mais convenientemente expressa por meio da DBO (demanda bioquímica de oxigênio). Altas concentrações dessa componente química inviabilizam a utilização da água para diversos usos, principalmente para o consumo humano e animal. O indicador considera o atendimento à qualidade da água em cada trecho de rio, em função da concentração de DBO 5,20, estimada no âmbito do Atlas Esgotos – Despoluição de bacias hidrográficas. A concentração de DBO ao longo dos trechos de rio foi calculada considerando as condições de lançamento dos efluentes domésticos urbanos e a capacidade de diluição do curso d’água baseada na vazão Q95% e nas características hídricas de reservatórios, conforme o caso. A classificação da concentração de DBO em níveis de segurança hídrica foi baseada nas concentrações limites das 4 classes de enquadramento estabelecidas na Resolução CONAMA n.º 357/2005. Após este cálculo ao nível de ottobacias, aplicou-se a metodologia de transformação para nível municipal, considerando a representatividade relativa da demanda hídrica nas ottobacias de cada município. Municípios com valores vazios (sem informação) significam que os trechos de rio com disponibilidade hídrica nula não foram considerados nesse indicador. O dado de qualidade de água foi obtido do Índice de Segurança Hídrica (ISH) produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) em 2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,0"}, {"id": 50, "pessimist": 1, "title": "Usuários da termoeletricidade expostos", "simple_description": "Usuários da demanda hídrica da termoeletricidade expostos.", "complete_description": "Indicador que representa a presença do usuário da termoeletricidade exposto no município, considerando o tema de usuários expostos. O indicador corresponde a um índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico da termoeletricidade calculado a partir de duas variáveis: (A) Razão da vazão de consumo (m³/s) da termoeletricidade em relação à demanda hídrica total no município; (B) Normalização da vazão de consumo do uso da termoeletricidade no Brasil, utilizando a técnica de normalização pelos valores máximos e mínimos nacionais. O indicador é expresso pela combinação de A*B, que corresponde ao índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico da termoeletricidade, ponderado tanto pelas demandas locais quanto nacionais. Municípios com valores vazios significam que não há presença deste usuário no município. O dado de vazão de consumo foi obtido do produto Usos Consuntivos do Brasil, produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA), considerando o intervalo médio de 2010-2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,0"}, {"id": 37, "pessimist": 0, "title": "Cobertura do programa cisternas", "simple_description": "Domicílios rurais atendidos pelo Programa Nacional de Apoio à Captação de Água de Chuva e outras Tecnologias Sociais (Programa Cisternas).", "complete_description": "O incentivo às tecnologias sociais de acesso à água em regiões com histórico de impacto da seca é uma estratégia baseada em soluções inovadoras e acessíveis, cujo objetivo é melhorar as condições de vida de populações vulneráveis, utilizando recursos locais e com baixo investimento financeiro. Essas tecnologias simples, sustentáveis e replicáveis buscam promover o bem-estar social, econômico e ambiental, sem exigir grandes investimentos em infraestrutura, manutenção ou uso de tecnologias caras e sofisticadas. O Programa Nacional de Apoio à Captação de Água de Chuva e outras Tecnologias Sociais (Programa Cisternas) visa à promoção do acesso à água para o consumo humano e para a produção de alimentos por meio da implementação de tecnologias sociais simples e de baixo custo. Indicador de capacidade adaptativa relacionado ao planejamento e políticas para recursos hídricos, obtido pela razão entre o número acumulado de cisternas para consumo escolar rural e cisternas para consumo de famílias rurais entregues entre 2013-2023, dividido pelo número de domicílios rurais dos municípios do semiárido. Foi realizada uma padronização, onde se considerou três situações: 1) os municípios sem informação ou que não integram a região semiárida, receberam valores NA (Not Available); 2) os municípios que fazem parte do semiárido e não foram beneficiados pelo programa, receberam valor \"zero\"; e 3) os municípios que são do semiárido e foram contemplados pelo Programa Cisternas, foram normalizados a partir do valor mínimo atribuído (0,30). Municípios com valores vazios significam que não estão contemplados pelo Programa. Os dados foram obtidos no repositório do Sistema de Informações Gerenciais (SIG Cisternas), disponibilizado pela Secretaria Especial do Desenvolvimento Social/ Ministério da Cidadania para o ano de 2020, na escala municipal.", "year": 2020, "value": "0,0"}, {"id": 52, "pessimist": 1, "title": "Usuários da irrigação expostos", "simple_description": "Usuários da demanda hídrica da irrigação expostos.", "complete_description": "Indicador que representa a presença do usuário da irrigação exposto no município, considerando o tema de usuários expostos. O indicador corresponde a um índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico da irrigação calculado a partir de duas variáveis: (A) Razão da vazão de consumo (m³/s) da irrigação em relação à demanda hídrica total no município; (B) Normalização da vazão de consumo do uso da irrigação no Brasil, utilizando a técnica de normalização pelos valores máximos e mínimos nacionais. O indicador é expresso pela combinação de A*B, que corresponde ao índice padronizado representativo do número de usuários do consumo hídrico da irrigação, ponderado tanto pelas demandas locais quanto nacionais. Municípios com valores vazios significam que não há presença deste usuário no município. O dado de vazão de consumo foi obtido do produto Usos Consuntivos do Brasil, produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA), considerando o intervalo médio de 2010-2020. <br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,0"}, {"id": 32, "pessimist": 0, "title": "Ações de prevenção contra impactos da seca", "simple_description": "Implementação de estratégias e ações de prevenção contra impactos relacionados à seca.", "complete_description": "Situação do município quanto à implementação de estratégias de prevenção contra impactos relacionados à seca, visando ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação, considerando a temática de capacidade adaptativa de gestão dos recursos hídricos e saneamento. Este indicador é calculado a partir da razão entre a proporção das ações que estão sendo feitas no município para evitar ou minimizar os danos causados pela seca (variável A) e a proporção da lista dos maiores impactos ocorridos no município no ano de seca (variável B). A variável A é composta pela soma de valores assignados como existência (1,00), ou não existência (0,00) das ações que estão sendo feitas no município para evitar ou minimizar os danos causados pela seca (por exemplo, construção de cisternas, açudes, poços e barragens; revegetação; incentivo público à agricultura adaptada ao clima e solo da região, com sistemas de irrigação; distribuição regular de água por meio de carros-pipa em épocas de estiagem (situações de emergência); ações de uso sustentável dos recursos naturais (fontes de energia eólica ou solar, planos de bacia, programas de conscientização e sensibilização, etc.) dividida pelo total de ações listadas. A variável B é calculada a partir da soma das ponderações para a identificação (1,00) ou não (0,00) dos maiores impactos ocorridos no município no ano de seca (perdas financeiras, humanas, de animais e ambientais; perda ou redução da produção agrícola; surgimento ou aumento de área de desertificação; concentração de poluentes na água exigindo ampliação na captação e no tratamento da água) dividida pelo total de impactos listados. Municípios com valores vazios significam que o município em questão não informou ou não possui histórico de impacto de secas no período disponibilizado do dado. Os dados foram obtidos na Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC), disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2017.<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,0"}, {"id": 31, "pessimist": 0, "title": "Nível de atuação em comitês de bacia", "simple_description": "Nível de atuação em planos de gerenciamento dos recursos hídricos nos comitês de bacias hidrográficas nos municípios.", "complete_description": "Nível de atuação municipal em planos de gerenciamento dos recursos hídricos junto aos comitês de bacias hidrográficas nos municípios, considerando a temática de capacidade adaptativa de gestão dos recursos hídricos e saneamento. Este indicador avalia o grau de engajamento e atuação dos municípios junto aos comitês de bacias hidrográficas, os quais estão inseridos na execução dos planos de gerenciamento dos recursos hídricos e são mecanismos fundamentais para aumentar a resiliência hídrica. Ele foi composto pelas seguintes informações respondidas pelos municípios: (A) Existência de integração com algum comitê interestadual ou estadual (conforme SNRHI); (B) Existência da participação da comunidade no Comitê de Bacia Hidrográfica para controle da prestação de serviço de saneamento; (C) Participação da articulação intermunicipal na forma de Comitê de bacia hidrográfica; e (D) O Plano Municipal de Saneamento Básico foi elaborado em conjunto com o comitê de bacia hidrográfica. O indicador é resultante do somatório de valores inteiros associados à presença (valor 1) entre cada um dos itens listados, da seguinte forma: [(A*0,4) + (B*0,2) + (C*0,2) + (D*0,2)]. Este somatório foi considerado válido quando a informação “A” esteve presente. A variável “A” foi obtida na Agência Nacional de Águas (ANA) para 2017; a variável “B” foi obtida na Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) para 2008; a variável “C” foi obtida na Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC) para qualquer um dos anos de 2008, 2009 e 2012 e a variável “D” foi obtida na MUNIC para 2017. As três últimas disponibilizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,0"}, {"id": 30, "pessimist": 0, "title": "Nível de implementação e articulação do plano municipal de saneamento básico", "simple_description": "Nível de implementação e articulação de planos municipais de saneamento básico para gestão dos recursos hídricos.", "complete_description": "Nível de implementação e articulação de planos municipais de saneamento básico considerando a temática de capacidade adaptativa de gestão dos recursos hídricos e saneamento. O acesso universal ao saneamento básico é fundamental na promoção de cidades mais resilientes, para prevenção de doenças de veiculação hídrica, manejo adequado das águas pluviais e resíduos sólidos, gestão mais eficiente e segura dos recursos hídricos, garantindo a potabilidade da água para consumo, e proteção dos ecossistemas aquáticos e mananciais. O indicador representa o nível de implementação dos planos municipais de saneamento básico considerando a existência de um conjunto de ações implementadas no município, tais como a avaliação e monitoramento sistemáticos das ações programadas; diagnóstico da situação da prestação dos serviços públicos de saneamento básico e de seus impactos nas condições de vida da população local; definição do ente regulador do serviço; de ações para emergências e contingência; objetivos e metas de curto, médio e longo prazos de universalização dos serviços; programas, projetos e ações necessárias para atingir os objetivos e metas propostos; e definição de tarifa social para serviços de saneamento básico. O nível de articulação considerou a participação de consórcio público na área de saneamento ao nível estadual e/ou intermunicipal. As informações-base foram obtidas em Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC) disponibilizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para os anos de 2015 e 2017, conforme disponibilidade de dados.<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,0"}, {"id": 43, "pessimist": 0, "title": "Renda familiar per capita não comprometida pela cobrança de abastecimento de água pelas prestadoras de serviços de distribuição", "simple_description": "Renda domiciliar não comprometida pelas alterações de tarifas relacionadas à cobrança da água pelas prestadoras de serviços de distribuição.", "complete_description": "Renda domiciliar das famílias não comprometida pelas alterações de tarifas relacionadas à cobrança do abastecimento de água pelas prestadoras de serviços de distribuição, que pode ser afetada em situações de escassez hídrica. Considerando a temática de capacidade adaptativa relacionada à capacidade socioeconômica familiar, quanto menor é a proporção da renda gasta com tarifa da água, maior é o saldo da renda familiar disponível para suprir urgências em caso de escassez hídrica. Indicador obtido subtraindo-se de 1, a taxa de crescimento da razão entre o valor cobrado pela água consumida através dos serviços de abastecimento e a renda domiciliar do município. Municípios com valores vazios significam que os dados sobre valor de tarifa não estavam disponíveis no período coletado. A taxa de crescimento das tarifas cobradas pelas prestadoras de serviços de água nos sistemas de abastecimento urbano foi obtida utilizando-se o dado de Tarifa Média de Água (IN005), disponibilizado em Água e Esgotos pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) para 2010 a 2015. A renda domiciliar familiar foi obtida através do Rendimento Médio Mensal Domiciliar do Censo Demográfico para 2010, e estimada para o período de 2011 a 2015 a partir de dados estaduais obtidos em Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), ambos disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<br><br>Fonte:<br>Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.", "year": 2020, "value": "0,0"}], "valuecolor": "#02C650", "rangelabel": "Muito baixo"}